terça-feira, 21 de outubro de 2008


Centro financeiro de hong konO crescimento ficou com a alta média de 8,9% por ano em termos reais na década de 1970 e 7,2% por ano na década de 1980. Enquanto a economia direcionava-se mais para o setor de serviços (atualmente a manufatura é apenas 4% do PIB), o crescimento desacelerava para 2,7 por ano na década de 1990, incluindo uma queda de 5,3% em 1998, devido ao impacto da crise financeira asiática na demanda na região. O crescimento desde 2000 vem se mantendo numa média de 5,2% por ano no meio de forte deflação.
A economia logo voltou ao normal, mas teve outra grande queda em 2002, com a epidemia de SARS, reduzindo o crescimento no ano para 2,3%. No final de 2003, o alívio nas restrições de viagem impostas pela República Popular da China para Hong Kong fizeram com que o turismo crescesse e além disso, o retorno na confiança dos consumidores e crescimento sólido nas exportações fizeram com o crescimento aumentasse novamente, registrando uma média de 6,5% no primeiro semestre de 2005.
Para aumentar a cooperação econômica entre Hong Kong e a China continental, o Esquema de Visita Individual começou em 28 de julho de 2003, que permite que viajantes de algumas cidades da China continental possam visitar Hong Kong sem o acompanhamento de um grupo de turistas. Como resultado, a indústria de turismo em Hong Kong teve um enorme crescimento devido ao aumento exponencial no número de visitantes vindos do continente. Com a abertura do Hong Kong Disneyland Resort, o aumento foi ainda maior.
Hong Kong faz parte do tratado internacional chamado APEC (Asia-Pacific Economic Cooperation), um bloco econômico que tem por objetivo transformar o Pacífico numa área de livre comércio e que engloba economias asiáticas, americanas e da Oceania. Junto de Cingapura, Coréia do Sul e Taiwan, a rápida industrialização de Hong Kong fez com que a região ganhasse seu lugar como um dos quatro Tigres asiáticos.

Foto panorâmica do porto de Hong Kong.g a noite
Novo Mundo é um município brasileiro do estado de Mato Grosso. Localiza-se a uma latitude 09º57'01" sul e a uma longitude 55º11'54" oeste, estando a uma altitude de 330 metros. Sua população estimada em 2004 era de 6 046 habitantes.
Nascente em Novo Mundo merece aplausos Em Novo Mundo (a 785 ao Norte de Cuiabá), a nascente do rio Nhandú, conhecida como Olho da Xuxa, tem importância estratégica para a conservação da Bacia do Teles Pires, uma das maiores e mais ameaçadas do Estado. São 4,5 mil litros de água pura por hora que brotam do fundo da terra. A área é tão frágil que basta bater palmas para que a areia se agite com intensidade. Para preservar a relíquia natural, ninguém pode nadar ou pisar no local que mais parece um aquário, mas olhar já vale a pena.
Possui uma área de 5811,35 km².
Brasão do municipio de Novo mundo mt

Bandeira do municipio de Novo mundo mt

sábado, 18 de outubro de 2008



Meu tio tomando uma

terça-feira, 14 de outubro de 2008






As Bahamas (ou Baamas) são um país das Caraíbas, situado entre o oceano Atlântico, a nordeste, e o mar das Caraíbas, a sudoeste. Os territórios mais próximos são a colónia britânica de Turks e Caicos, a sueste, os Estados Unidos, a noroeste, Cuba, a sudoeste, e o Haiti, a sudeste. Sua capital é Nassau.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

São Paulo é um grande centro cultural e de entretenimento e a cidade mais rica da América do Sul [11]. A cidade enfrenta problemas comuns a outras metrópoles: um exemplo é o excesso de automóveis que circulam em suas avenidas (média de um veículo para cada dois habitantes), 6 milhões de unidades somente na capital, e a maior frota de helicópteros do mundo.[12] A variedade oferecida em seus restaurantes e lanchonetes é resultado, em parte, da contribuição de imigrantes de diversas partes do mundo.
Série temática sobre aCidade de São Paulo
História
Política
Economia
Cultura
Mobilidade
Turismo
Subdivisões
Região metropolitana
Geograficamente, as regiões mais próximas do centro em São Paulo são em geral mais ricas e desenvolvidas, enquanto as regiões mais afastadas tendem a ser mais pobres e mais carentes de infra-estrutura urbana e habitacional.
Devido a sua extensa área urbana, a cidade possui um caráter bastante heterogêneo, variando de regiões altamente adensadas e verticais a bairros residenciais horizontais e de baixíssima densidade. Isto faz com que muitos habitantes da cidade praticamente desconheçam regiões do município além dos seus locais de residência ou de trabalho. A cidade também apresenta uma cultura bastante heterogênea, resultado da diversidade de extratos sociais (econômicos e culturais) nela presente.
Os três principais rios que cruzam a cidade de São Paulo são o Tietê, o Pinheiros e o Tamanduateí. Tais rios foram protagonistas em momentos diversos do processo de desenvolvimento da cidade: seja em sua formação, seja no período de industrialização.
Além de ser o maior centro de produção e o maior mercado consumidor do país, São Paulo também é um grande entroncamento rodoviário, e faz a ligação Norte-Sul do Brasil. É atendida por diversas rodovias, como a Rodovia Presidente Dutra, para o Rio de Janeiro, Rodovia Ayrton Senna, para o Vale do Paraíba; Rodovia Fernão Dias, para Belo Horizonte; Rodovia dos Bandeirantes, para Campinas; Rodovia Anhangüera, para Uberaba (Minas Gerais); Rodovia Castelo Branco, para Sorocaba; Rodovia Raposo Tavares, para a divisa do Mato Grosso do Sul; Rodovia Régis Bittencourt, para Curitiba; Rodovia dos Imigrantes e Rodovia Anchieta para a Baixada Santista. É servida pelos aeroportos Campo de Marte, Congonhas, Cumbica e Viracopos em Campinas, sendo que estes dois últimos também são aeroportos internacionais e de carga.
Contemplada por grande número de universidades e institutos, é também o maior pólo de pesquisa e desenvolvimento do Brasil, responsável por 28% da produção científica nacional – segundo dados de 2005.[
São Paulo é um grande centro cultural e de entretenimento e a cidade mais rica da América do Sul [11]. A cidade enfrenta problemas comuns a outras metrópoles: um exemplo é o excesso de automóveis que circulam em suas avenidas (média de um veículo para cada dois habitantes), 6 milhões de unidades somente na capital, e a maior frota de helicópteros do mundo.[12] A variedade oferecida em seus restaurantes e lanchonetes é resultado, em parte, da contribuição de imigrantes de diversas partes do mundo.
Série temática sobre aCidade de São Paulo
História
Política
Economia
Cultura
Mobilidade
Turismo
Subdivisões
Região metropolitana
Geograficamente, as regiões mais próximas do centro em São Paulo são em geral mais ricas e desenvolvidas, enquanto as regiões mais afastadas tendem a ser mais pobres e mais carentes de infra-estrutura urbana e habitacional.
Devido a sua extensa área urbana, a cidade possui um caráter bastante heterogêneo, variando de regiões altamente adensadas e verticais a bairros residenciais horizontais e de baixíssima densidade. Isto faz com que muitos habitantes da cidade praticamente desconheçam regiões do município além dos seus locais de residência ou de trabalho. A cidade também apresenta uma cultura bastante heterogênea, resultado da diversidade de extratos sociais (econômicos e culturais) nela presente.
Os três principais rios que cruzam a cidade de São Paulo são o Tietê, o Pinheiros e o Tamanduateí. Tais rios foram protagonistas em momentos diversos do processo de desenvolvimento da cidade: seja em sua formação, seja no período de industrialização.
Além de ser o maior centro de produção e o maior mercado consumidor do país, São Paulo também é um grande entroncamento rodoviário, e faz a ligação Norte-Sul do Brasil. É atendida por diversas rodovias, como a Rodovia Presidente Dutra, para o Rio de Janeiro, Rodovia Ayrton Senna, para o Vale do Paraíba; Rodovia Fernão Dias, para Belo Horizonte; Rodovia dos Bandeirantes, para Campinas; Rodovia Anhangüera, para Uberaba (Minas Gerais); Rodovia Castelo Branco, para Sorocaba; Rodovia Raposo Tavares, para a divisa do Mato Grosso do Sul; Rodovia Régis Bittencourt, para Curitiba; Rodovia dos Imigrantes e Rodovia Anchieta para a Baixada Santista. É servida pelos aeroportos Campo de Marte, Congonhas, Cumbica e Viracopos em Campinas, sendo que estes dois últimos também são aeroportos internacionais e de carga.
Contemplada por grande número de universidades e institutos, é também o maior pólo de pesquisa e desenvolvimento do Brasil, responsável por 28% da produção científica nacional – segundo dados de 2005.[

LONDRES

Londres Romana

Londres, capital do Reino Unido, vista da London Eye.
A cidade Londinium foi fundada pelos Romanos na margem norte do rio Tâmisa, em 43 d.C.. Não há sinais de que tenha existido uma cidade céltica previamente à povoação romana. A antiga vila se desenvolveu próxima à ponte de Londres construída pelos romanos que permitia atravessar o Tâmisa.
Esta fase durou cerca de 17 anos até a pilhagem pelos icenos, tribo celta, liderada pela rainha Boadicéia. Londres foi reconstruída possibilitando um rápido desenvolvimento nos anos seguintes. Acredita-se que se tenha tornado a capital da província Romana Britânica no século II substituindo a antiga capital, Colchester. No século II Londres era cercada por uma muralha onde hoje se localiza a City. No século III a população de Londres era de aproximadamente 45.000 a 60.000 habitantes. Com o começo do declínio do Império Romano, as tropas foram chamadas de volta ao continente e a população da cidade diminuiu.

[editar] Anglo-saxões

Abadia de Westminster, que começou a ser construída por ordem do rei anglo-saxão Eduardo o Confessor.
Após a queda do Império Romano, a cidade romana foi praticamente abandonada e uma cidade anglo-saxônica com o nome de Lundenwic foi estabelecida a cerca de um quilômetro da velha Londinium romana, na área que hoje se chama Covent Garden. Lundenwic prosperou até 851 d.C., quando as invasões dos vikings destruíram a cidade.
Em 880, Alfredo expulsa os Vikings, transfere o povoado de Lundenwic para dentro das antigas muralhas romanas, que passa a se chamar Ealdwic ("old city" ou "velha cidade", lugar onde hoje se localiza Aldwych), nomeia um de seus filhos governador da cidade e provavelmente reconstrói a antiga ponte romana sobre o Tâmisa. Daí em diante, Londres se torna um importante centro comercial e começa a desenvolver seu auto-governo original. Após a morte do filho de Alfredo, Londres fica subordinada diretamente aos reis saxões. Após 930, os reis saxãos começam a reunir lá o seu conselho e, em 1000, o Rei Etelredo já a utiliza como sua principal capital. A capital anterior era Wincherter, 100 km a sudoeste de Londres. Daí em diante, Londres se firma definitivamente como a capital do reino, inclusive nos períodos do domínio dos vikings (1016 a 1043), do retorno da Inglaterra ao domínio saxão (1043 a 1066) e da dinastia normanda (1066 em diante). Em 1016, o rei dinamarquês, Canuto, o grande, conquista a Inglaterra. A dinastia saxã foi restaurada em 1043, por Eduardo o Confessor, que ordenou a construção da Abadia de Westminster (não confundir com a Catedral de Westminster).

[editar] Período medieval
Após a batalha de Hastings, em 1066, os normandos conquistam a Inglaterra, colocando um fim na dinastia anglo-saxã. Guilherme I é coroado rei inglês na recém acabada Abadia de Westminster. Nesta abadia (não confundir com a Catedral de Westminster) viriam a ser coroados todos os reis da Inglaterra. A residência dos reis da Inglaterra foi, até o fim do período normando, o castelo fortaleza da Torre de Londres, que posteriormente se tornou uma prisão e hoje guarda as jóias da Coroa.

[editar] Época dos Tudors (1485-1603)
Este período viu três grandes acontecimentos: a guerra das rosas, a reforma religiosa inglesa e o período Elisabetano. Até a reforma, boa parte de Londres era ocupada por monastérios e outros estabelecimentos religiosos. Com a reforma de Henrique VIII, os monastérios passaram a outras mãos e outras funções.
Sob a reinado de Elizabeth I, a população de Londres aumentou de 100.000 à 200.000 habitantes. Teatros se instalaram na cidade e Shakespeare fundou o Globe Theatre. Com o declínio do porto de Antuérpia, Londres passa a ter um papel financeiro importante.

[editar] Época dos Stuarts (1603-1714)
Após a derrota da invencível armada espanhola em 1588, uma certa estabilidade política na Inglaterra permitiu à Londres se desenvolver. Em 1603, o rei Jaime I tentou unificar a Inglaterra e a Escócia. Porém suas leis anticatólicas o deixaram muito impopular e no dia 6 de novembro de 1605 ele acabou sofrendo uma tentativa de assassinato na famosa conspiração da pólvora. Jaime I fez o primeiro projeto de urbanização da cidade e sob o reinado de Charles I surgiu o Hyde Park, o primeiro parque aberto ao público de Londres.
Entre 1665 e 1666, Londres sofreu a grande epidemia da peste bubônica que matou por volta de 70.000 pessoas (20% da população). Do dia 2 de setembro à 5 de setembro ainda em 1666, o Grande Incêndio de Londres destruiu boa parte da cidade. A reconstrução durou dez anos e é obra do grande arquiteto Christopher Wren, que reedificou muitas igrejas destruídas, entre elas a Catedral de São Paulo (ou Saint Paul's Cathedral), onde hoje descansam os heróis da nação britânica. A cidade viu uma grande aceleração no século XVIII e, ao início do século XX, Londres era a maior cidade do mundo.

[editar] Nascimento da Londres moderna

A Tower Bridge sobre o rio Tâmisa
Em 1700 a população da cidade chegava a 700.000 habitantes, apesar da baixa taxa de fertilidade havia uma alta taxa de imigração, o que explica o alto número de habitantes.
A população recebeu um grande número de judeus Sepharditas e Ashkenazim da Polônia e Alemanha e uma população negra significativa que foi estimada entre 5.000 e 10.000 pessoas, chegando a ser estimada em 20.000 [1].
Em 1800 Londres era considerada a maior cidade do mundo. Uma significante comunidade chinesa começava a surgir. Imigrantes indianos, franceses, italianos, judeus e negros eram frequentes nas ruas de Londres. A população de Londres era, em sua maioria, composta por mulheres e jovens.[2] [3]
No século XVIII, a cidade construiu várias pontes que ligariam as duas margens do rio Tâmisa (Ponte Westminster em 1750 e Ponte Blackfriars em 1769). Londres foi ao pouco se tornando uma grande cidade ajudada pelo aumento da imigração rural e irlandesa e consequentemente se tornando uma cidade sem infra-estrutura e sem saneamento básico decente. Em 1849, a cidade sofreu com a epidemia de cólera que acabou matando 14.000 pessoas.
Em 1855, criou-se a Metropolitan Board of Works para fornecer à cidade infra-estrutura necessária a seu crescimento e um sistema de esgoto condizente. Em 1863, Londres começa a construir o primeiro metrô do mundo. Com o desenvolvimento dos meios de transporte, Londres cresce e em 1929 conta com 8,7 milhões de habitantes.
Durante a Segunda Guerra Mundial, Londres foi bombardeada pela Alemanha o que custou a vida de vários habitantes e deixando muitos desabrigados, destruindo também várias zonas da cidade. A reconstrução nos anos 50, 60 e 70 gerou vários estilos arquitetônicos na cidade. Durante as décadas seguintes à segunda guerra, Londres recebeu vários imigrantes vindos de países da Commonwealth, o que fez de Londres uma das cidades mais cosmopolitas do planeta.
Nos anos 60, Londres se tornou o centro da moda e cultura. Nos anos 80, com seu crescimento económico, Londres volta a ser um centro internacional importante. Londres também ficou conhecida por ter sofrido vários ataques terroristas feitos pelo Exército Republicano Irlandês até o cessar fogo de 1997 e atualmente por extremistas islâmicos como no dia 7 de Julho de 2005 (ver: Atentado em Londres de 7 de Julho de 2005).

Londres vista à partir do Observatório de Greenwich

Foto panorâmica da Londres moderna, vista da Catedral de São Paulo.

[editar] Administração

A prefeitura de Londres
A administração de Londres é dividida em dois níveis. Um chamado de Grande Autoridade de Londres e outra composta pelos 33 distritos (ou bairros). A Greater London Authority (GLA) é responsável pelo desenvolvimento da cidade, pelos serviços policiais, serviços de transporte, da luta contra incêndios e desenvolvimento economico. É composta pelo prefeito e assémbléia de Londres. Os 33 distritos são compostos por 32 "boroughs" (também chamado de "councils") e mais a City. Eles são responsáveis por serviços sociais, escolares entre outros. A City tem sua própria força policial, a City of London Police independente do resto da força policial da cidade.
A GLA fica a cargo do prefeito. O atual prefeito de Londres é Boris Johnson, também jornalista, do Partido Conservador (eleito em 2008).
Londres também é a capital administrativa do Reino Unido. Sua sede fica no Palácio de Westminster.

[editar] Distritos de Londres
Divididos em regiões:
Londres Central: A "city" é o principal distrito financeiro de Londres e um dos mais importantes do mundo. É o distrito mais moderno da cidade, com altos e modernos edifícios.
West End: É o distrito do ócio e compras. Sua zona mais conhecida é Trafalgar Square. Possui ruas famosas de compras, a Oxford Street e a Regent Street. E os locais de entretenimento em Covent Garden e Piccadilly Circus. Parte de West end é ocupada pelo Soho, local cheio de restaurantes, pubs, cinemas e locais noturnos.
East End: Compreende os distritos de Whitechapel, Midle End, Bethnal Green, Hackney, Bow e Poplar.
West London: Reagrupa zonas residênciais como Notting Hill, Knightsbridge e Chelsea (estes dois últimos os lugares mais caros de Londres).
East London: Local que está em reconstrução para receber os jogos olímpicos de 2012.
Docklands: Localizado na ilha de Cani, se desenvolveu a partir dos anos 80. O ponto mais importante é o Canary Wharf, um complexo financeiro que tem o edifício mais alto da Inglaterra, o Canary Wharf Tower.
Sul de London: Compreende distritos como Wimbledon (famoso como sede do homônimo campeonato de tênis), Bermondsey e Dulwich, a reconstrução de Elephant and Castle. Outros distritos: Greenwich (local onde se encontra um observatório), Brixton, Camberwell e Peckham (estes três últimos local onde se encontram descendentes de imigrantes afro-caribenhos).
Norte de Londres: é a zona com mais colinas e onde se pode respirar o ar livre de uma cidade pequena.

[editar] Geografia

Parlamento Britânico junto ao Big Ben

[editar] Clima
O clima de Londres é o Temperado oceânico, com verões raramente quentes (temperatura média de julho: 18°C), assim como também raramente se vê um inverno muito rigoroso (temperatura média de janeiro: 6°C) . No verão, as temperaturas raramente ascendem a mais de 33 °C, ainda que as altas temperaturas tenham sido recorrentes. A temperatura mais alta registrada em Londres foi de 38,1°C em 10 de agosto de 2003, e a menor foi de -21,1°C em dezembro de 1796.
Mês
Jan
Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov
Dez
Ano
Temperatura Máxima °C
6,7
7,1
9,9
12,6
16,3
19,3
21,7
21,4
18,8
15
10,1
7,7
13,9
Temperatura Mínima °C
-0,4
-0,5
1,5
3,4
6,3
9,3
11,3
10,9
8,8
6,4
2,8
1,3
5,2
Chuvas mm
78
51
61
54
55
57
45
56
68
73
77
79
62,83